Para quem vende serviço: achar, abordar e fechar empresa local.
Quanto cobrar por um site de empresa local
Essa é a dúvida que trava quem está começando. Cobra pouco e o trabalho não paga o tempo. Cobra muito e acha que vai perder o cliente. A saída não é achar o número mágico, é entender o que está sendo comprado.
Por que preço baixo demais atrapalha
Parece que o barato fecha mais fácil. Na prática, um preço muito abaixo do mercado levanta a pergunta errada na cabeça do dono: "por que tão barato?".
Negócio local não compra site todo dia. Sem referência, ele usa o preço como sinal de qualidade. É o mesmo raciocínio de quem desconfia do orçamento de obra que veio pela metade do valor dos outros.
O que entra na conta além das horas
Quem começa calcula só o tempo de execução. Mas o trabalho inclui coisas que aparecem depois: reunião inicial, pedir e cobrar o material, as trocas de ideia, os ajustes depois de pronto, e o suporte das primeiras semanas.
Também entram os custos que continuam: domínio, hospedagem e o tempo de manter aquilo no ar. Se isso não estiver no preço, sai do teu bolso.
Cobrar por entrega, não por hora
Cobrar por hora tem um defeito: quanto melhor você fica, menos você ganha pelo mesmo resultado. E obriga o cliente a acompanhar teu relógio.
Preço fechado por entrega resolve os dois lados. O cliente sabe quanto vai pagar, você sabe quanto vai receber, e ficar mais rápido passa a ser vantagem sua.
Onde está o dinheiro de verdade
Site é venda única. Você entrega, recebe e precisa achar outro cliente no mês seguinte. Quem vive disso costuma descobrir a mesma coisa: o valor está no que vem depois.
Manutenção, atualização, cuidar do perfil no Google, acompanhar os anúncios. Isso é receita que se repete e, somada, costuma passar o valor do site.
E é mais fácil de vender, porque o cliente já te conhece e já viu você entregar.
Como apresentar o preço
Número solto convida à negociação. Preço junto do que ele resolve muda a conversa.
Ajuda também dar opções em vez de um valor único. Duas ou três alternativas de escopo tiram a conversa do "sim ou não" e colocam no "qual desses". O cliente escolhe o tamanho, não se vai fazer.
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