Você diz o que quer anunciar. O Otto cria a campanha dentro da conta da sua empresa. Você revisa e aprova antes de qualquer coisa ir ao ar.
Você pede. O Otto cria. Você aprova.
Ver como funcionaO problema quase nunca é a pessoa que cuida da campanha. É o modelo: tudo passa por alguém, e cada coisa simples vira uma solicitação que entra numa fila.
Você quer tirar uma frase do anúncio. Manda mensagem na segunda e a alteração sai na quarta.
Impressão, alcance, CPM, CTR. Nada disso responde a única pergunta que importa, que é se apareceu cliente.
A campanha existe, roda e gasta. Mas você nunca viu como ela ficou, e precisa perguntar para saber.
No fim do mês a fatura chegou, o cliente não, e a explicação vem cheia de termo técnico.
Você continua decidindo tudo. O que muda é o caminho até a campanha ficar pronta: em vez de abrir painel, marcar reunião ou esperar retorno, você escreve uma frase.
Escreve no WhatsApp o que quer anunciar, como falaria com um gestor: o serviço, quanto quer investir por dia e de onde devem vir os clientes. Manda o pin da localização e a arte pelo próprio celular.
Quero divulgar a limpeza de pele que faço aqui no salão, R$ 50 por dia. Gente de 25 a 45 anos, num raio de 5 km. Quero que elas chamem no WhatsApp pra marcar.Ele monta a campanha para Facebook e Instagram dentro da conta de anúncio da sua empresa e te manda a imagem do anúncio pronto, do jeito que vai aparecer, junto com para quem e quanto vai gastar por dia.
Ficou assim, e está pausado. Vai aparecer para mulheres de 25 a 45 anos num raio de 5 km do salão, a R$ 50 por dia. Quem clicar cai direto na sua conversa. Quer que eu ative?
Nada vai ao ar antes disso. Você lê como ficou, pede ajuste se quiser (trocar a frase, mudar o raio, baixar o valor) e só então autoriza.
Muda para 3 km e pode ativarDepois da sua autorização ela vai ao ar. Quando quiser saber como está indo, é só perguntar: ele responde quanto gastou, quantas conversas chegaram e quanto custou cada uma.
Cinco situações que aparecem toda semana, do jeito que elas acontecem no WhatsApp.
Não são promessas de texto. São quatro limites escritos no sistema, e é o que separa o Otto de entregar a sua conta para qualquer um.
Campanha, conjunto e anúncio nascem pausados, sempre. Publicar é uma ação separada, que só acontece depois de uma autorização sua na conversa.
O acesso é por compartilhamento de parceiro, um botão dentro do Meta Business. Senha e token não são solicitados em momento nenhum, e o acesso pode ser retirado por você a qualquer hora.
O investimento em mídia é pago direto à Meta, no cartão cadastrado na conta da empresa. Nenhum centavo da verba passa por intermediário.
Existe um limite diário combinado com você. Pedido acima dele é recusado antes de chegar na Meta, mesmo que você insista na conversa.
Anúncio reprovado é tempo perdido, e algumas palavras derrubam a campanha sem que você entenda o motivo. O Otto lê o texto antes de publicar e avisa quando encontra alguma coisa que costuma dar problema, como superlativo e promessa de resultado.
A checagem inclui o que está escrito dentro da imagem. E quando alguma coisa é apontada, ele não deixa você no vácuo: devolve a frase reescrita e pergunta se pode subir assim.
Start
Para quem anuncia o próprio negócio.
Cobrado todo mês.
Pro
Para quem cuida de mais de um negócio ou cliente.
Cobrado todo mês.
Sem contrato e sem multa. O que segura o cliente é o resultado.
A verba do anúncio é à parte. Ela fica no cartão da sua empresa, dentro da sua própria conta da Meta, então o dinheiro da mídia não passa por intermediário.
Nada. Tudo acontece no WhatsApp que você já usa, em português, do jeito que você falaria com um gestor.
Nunca. A empresa adiciona o Otto como parceiro na conta de anúncio, que é um botão dentro do Meta Business. Senha e token não são solicitados em momento nenhum, e você pode retirar o acesso quando quiser.
Fica. Ela é criada dentro da conta de anúncio da sua empresa, no nome dela, e continua lá mesmo que você pare de usar o Otto.
Você, direto para a Meta, no cartão cadastrado na conta da empresa. A mensalidade do Otto é uma coisa; a verba de mídia é outra, e ela não passa por intermediário.
Não. Campanha, conjunto e anúncio nascem pausados, sempre. Publicar é uma ação separada, que só acontece depois de uma autorização sua na conversa.
Sim, e é assim que funciona desde o primeiro dia. Você combina um teto diário e pedido acima dele é recusado antes de chegar na Meta, mesmo que você insista.
Não. Você explica o que quer como explicaria para uma pessoa: o serviço, quanto quer investir por dia e a região. A parte técnica fica com o Otto.
Ele confere o texto antes de publicar e barra o que costuma dar problema, como valor, desconto e promessa de resultado. A checagem inclui o que está escrito dentro da imagem. Quando barra, já devolve a frase reescrita.
Ele substitui a operação: criar campanha, ajustar orçamento, pausar e tirar relatório, a qualquer hora, sem fila. O que ele não faz é estratégia de posicionamento e produção de criativo do zero, que continuam sendo trabalho humano.
Ele funciona para qualquer empresa que anuncia no Facebook e no Instagram: loja, restaurante, salão, oficina, academia, escritório. Para quem trabalha com saúde existe uma camada a mais de checagem, e essa parte está na página para clínicas.
Basta avisar, sem fidelidade e sem multa. As campanhas continuam na conta da empresa, porque elas sempre foram suas, e o acesso de parceiro pode ser retirado por você na hora.
Duas ferramentas para o mesmo ciclo: ser encontrado, trazer gente, e atender quem chega.
Mande uma mensagem e veja como é criar uma campanha sem abrir o Meta Ads uma vez sequer.
Começar agoraSem compromisso.